MERGULHANDO NA PALAVRA

NOVA VIDA

TODA SEXTA-FEIRA

TODA SEXTA-FEIRA

LIBRAS

LIBRAS

Páginas

PERDÃO

Ao SENHOR, nosso DEUS, pertence a misericórdia e o perdão. (Daniel 9:9)
A capacidade de perdoar e ser perdoado vem de DEUS e não de nós. É através da força de DEUS, e não da nossa, que conseguimos viver o perdão.

O perdão é algo obrigatório na vida de todo cristão e, para caminharmos com JESUS, devemos passar pelas experiências de sermos perdoados e de perdoar. Esse processo ocorre em nosso dia-a-dia, dentro e fora da igreja; talvez ocorra, principalmente, dentro dela. Justamente por isso precisamos viver o perdão, pois, caso contrário, correremos o risco de sermos como ciganos de denominações, pulando de igreja em igreja, permanecendo em uma até que alguém fira-nos.

Perdão Vertical e Perdão Horizontal.Para andarmos com DEUS, precisamos ter os pecados e erros perdoados por Ele, o que chamamos de perdão vertical, entre DEUS e o homem; é onde o perdão inicia-se. Ao sermos perdoados por Ele, temos de perdoar ao próximo, como uma extensão do perdão recebido, quer sejam nossos filhos, amigo, parentes, inimigos, conhecidos ou não; isso é o que DEUS espera que façamos e ao que denominamos perdão horizontal, entre nós e o próximo.

Já imaginou se DEUS nos perdoasse uma vez por ano? Isso geraria um distanciamento entre Ele e nós por 364 dias e um único dia em sua presença. Dessa forma, o perdão deve ser um costume, um hábito, nas nossas vidas, afinal, DEUS perdoou-nos para que perdoemos ao próximo e vice-versa.

E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões, e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com Ele, perdoando todos os nossos delitos; tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removendo-o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. (Colossenses 2:13-15)
Ao longo da nossa vida, cometemos erros e acertos. Para cada erro cometido, contraímos uma dívida, contrária a nós e que, como toda dívida, precisa ser paga.
Um ladrão indiciado por assaltos a bancos, será julgado e terá de cumprir uma pena baseada em
tudo o que cometera; seus atos não serão esquecidos, mas terão de ser pagos.
Durante a nossa vida, para cada erro cometido, a nossa ficha criminal no mundo espiritual foi
aumentando. Mas afinal, o que seriam esses erros? São os pecados que cometemos durante a vida até conhecermos JESUS. Desde um assassinato, passando por adultério, prostituição, roubo, vícios até uma mentira. São esses erros que escravizam as pessoas, que são prejudiciais como diz esse texto. A conseqüência do pecado é a morte e, normalmente, o pecado mata uma pessoa aos poucos.
No texto anterior, em Colossenses, diz que os nossos pecados mataram-nos espiritualmente, até que JESUS se ofereceu para quitar a nossa dívida, pegando nossa ficha criminal com toda a relação de nossos pecados, usando Seus sangue como moeda espiritual, rasgando o escrito de dívida contrário a nós, tornando-nos inocentados através do seu sacrifício de sangue.

Tudo isso, claro, por meio do perdão de DEUS. JESUS perdoou todos os nossos delitos ao colocá-los diante do único juiz e assumindo a sentença de morte que merecíamos. Ele não cumpriu uma pena de serviços sociais, pois isso deixou para que Sua Igreja faça, antes cumpriu a pior pena possível: de morte, com tortura física, mental e espiritual. A pena que caberia a nós foi a que Ele assumiu ao resolver perdoar-nos.

Quando JESUS derrotou satanás na cruz, automaticamente lançou nas profundezas do mar toda a nossa dívida de pecados, além de triunfar e ridicularizar satanás por todas as gerações.

Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniqüidades, e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar. (Miquéias 7:19)
Conseguimos mergulhar até uma profundidade de três ou quatro metros, pois a partir daí nossos
tímpanos não suportam a pressão, assim, a maior parte dos oceanos é inacessível ao homem. Dessa mesma forma, DEUS lança nossos pecados no mais profundo do oceano, no mar do esquecimento e nos diz: Eu te perdôo porque te amo, e lanço todos os seus pecados em um lugar inacessível.

Eu, Eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro. (Isaías 43:25)
Somente após o perdão de DEUS que temos nossas transgressões apagadas e Ele não se lembra mais de nossos pecados, dando-nos a chance de reiniciar nossa caminhada, nossa vida. Contudo, DEUS não tem como lançar o pecado no mar de esquecimento, se a pessoa não pede perdão a Ele, ao próximo, ou retém o perdão, impedindo a obra perdoadora de JESUS e permitindo que satanás inicie um processo de acusação, opressão e tormento espiritual sobre ela.

Sonda-me, ó DEUS, e conhece o meu coração: prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno. (Salmo 139:23 e 24)
O verbo sondar não se refere a algo superficial; a sonda, na verdade, vai até aonde os olhos não
conseguem enxergar, penetrar. Por isso o rei Davi, o homem segundo o coração de DEUS, pedia
constantemente para que o SENHOR o sondasse, a fim de verificar o mais profundo do coração,
aquela região extremamente escondida, oculta, que nem ele mesmo imaginava existir. Nossa oração também precisa ser assim e, além disso, deve ser detalhada, dando-se nomes aos pecados: letra A: adultério; letra B: brigas; letra C: ciúmes; letra D: desobediência, etc, pois quando damos nomes aos pecados e pedimos perdão a DEUS, conseguimos ver a gravidade deles e o arrependimento genuíno vem sobre nós. Isso gera mudança de atitude, assim, nunca mais cometemos os mesmos erros.

DAVI era conhecido como o homem segundo o coração de DEUS, pois suas motivações O agradavam. Jó era outro exemplo disso.

Decorrido o turno de dias de seus banquetes, chamava Jó a seus filhos e os santificava; levantava-se de madrugada, e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles, pois dizia: talvez tenham pecado os meus filhos, e blasfemado contra DEUS em seu coração, assim o fazia Jó continuamente. (Jó 1:5)

Jó pedia perdão a DEUS por seus filhos, quer tivessem pecado ou não: a bíblia não afirma que eles cometiam pecados, mas podia ser que em seus corações houvesse algum. Ressaltamos que ele pedia perdão em momentos de banquete, isto é, em momentos de alegrias, festas, em que tudo corria bem.
Será que temos confessado nossos pecados e pedido perdão a DEUS quando estamos fortes
espiritualmente ou deixamos para fazer isso somente quando estamos fracos?
O cristão tem de viver diariamente o perdão em sua vida. Viver o perdão consiste em quatro pontos:

· ser perdoado por DEUS;
· perdoar a si mesmo;
· liberar perdão ao próximo;
· pedir perdão ao próximo.

1º) Ser perdoado por DEUS:DEUS anseia por perdoar-nos; muitas vezes, porém, não conseguimos aceitar. JESUS não escondeu nossos pecados ou deixou-os em algum lugar secreto para um dia trazê-los à tona, mesmo porque Ele não oculta, ameniza ou adia-os; Ele, simplesmente, removeu todos os nossos pecados e cravou-os na cruz através do seu sacrifício, tirando-os em definitivo de nossas vidas.

No dia seguinte, viu João a JESUS que vinha para ele, e disse: eis o Cordeiro de DEUS, que tira o pecado do mundo. (João 1:29)
Visto ser impossível esconder qualquer pecado de DEUS, Ele orienta-nos a confessarmos nossos
pecados diariamente e pedirmos perdão por temos cometido tais falhas, pois todo pecado confessado, e acompanhado de arrependimento, gera o perdão em nossa vida.

Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificarde toda injustiça. (1 João 1:8 e 9)
Confessando ou não um pecado, DEUS sempre sabe de tudo que fizemos ou fazemos, portanto, a
decisão é nossa: se quisermos ser perdoados, vivermos e sermos curados, precisamos confessar os pecados; se não o fizermos, porém, continuaremos escravos do inimigo e não receberemos perdão.
O homem até consegue, por algum tempo, esconder seus pecados não confessados dos outros, seja de seus líderes, pastores, irmãos ou ovelhas. Devemos saber, no entanto, que esse tempo um dia termina. DEUS conhece cada uma de nossas falhas e limitações e, é por isso, que Ele tem tido
paciência e misericórdia conosco.

E a oração da fé salvará o enfermo, e o SENHOR o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo. (Tiago 5:15 e 16)
Todo cristão deve pedir perdão pelos seus pecados diariamente. Somente assim estaremos em uma posição justa diante de DEUS e sem dar legalidade ao diabo. Todo o pecado que não é confessado, mais dia ou menos dia, vem à tona e acaba sendo exposto.

Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso DEUS; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça. (Isaías 59:1 e 2)
DEUS quer agir em favor do homem e salvá-lo, quer ouvir suas orações, mas o pecado é a única coisa que separa o homem de DEUS.

Porém, se não fizerdes assim, eis que pecastes contra o SENHOR; e sabei que o vosso pecado vos há de achar. (Números 32:23)
O pecado é derrotado através do arrependimento e do perdão. DEUS é paciente e dá o seu tempo para que essas atitudes ocorram, mas se não acontecerem, o pecado pode ser exposto por satanás, como forma de ridicularização, ou por DEUS, como forma de correção.
Junto com o perdão de DEUS, vem a Sua correção.

Considerai, pois, a bondade e a severidade de DEUS: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, a bondade de DEUS, se nela permaneceres; doutra sorte também tu serás cortado. (Romanos 11:22)
DEUS é, ao mesmo tempo, severo com a situação de pecado e bondoso e amoroso com aquele que pecou.

Porque o SENHOR corrige a quem ama, e açoita a todo filho a quem recebe. (Hebreus 12:6)
Ao sermos corrigidos por DEUS, devemos enxergar essa situação como a demonstração do Seu amor, a chance de escaparmos do caminho tortuoso e a oportunidade de sermos novamente recebidos nos braços do Pai.

Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso DEUS, porque é rico em perdoar. (Isaías 55:7)
O nosso DEUS é rico em perdoar.
Os nossos pecados separam-nos de DEUS. ELE quer perdoar-nos, mas a falta de arrependimento gera uma barreira entre nós e ELE. Quando nos arrependemos e clamamos pelo perdão de DEUS esta barreira é quebrada e o perdão do SENHOR é derramado sobre nós.

Temos de tomar muito cuidado, pois o acusador sempre nos tentará a pensar que DEUS não nos
perdoou, mesmo depois do arrependimento e pedido de perdão. DEUS perdoa-nos imediatamente e, quando estamos em Cristo, já não há mais acusação sobre nós. Perdão e arrependimento cancelam o direito legal que satanás tem de agir contra a vida de qualquer pessoa.

Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em CRISTO JESUS. (Romanos 8:1)
JESUS alerta-nos que a blasfêmia contra o ESPÍRITO SANTO, ou seja, negar a divindade de CRISTO, não aceitar que Ele seja o Cordeiro de DEUS e o SENHOR dos Senhores, além de, mesmo sabendo que é DEUS quem está operando, atribuir ao diabo as obras que JESUS fez e ainda faz, negando CONSCIENTEMENTE a DEUS, é um pecado imperdoável.

Em verdade vos digo: Todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, bem como todas as blasfêmias que proferirem; mas aquele que blasfemar contra o ESPÍRITO SANTO, nunca mais terá perdão, mas será réu de pecado eterno. (Marcos 3.28-29)
JESUS diz: não julgueis a ninguém, porque Ele sabe que não temos condições de julgar alguém com absoluta perfeição e sem cometer injustiça. Nossa melhor decisão é deixar que DEUS faça todo e qualquer julgamento.
Quando falamos de perdão, falamos de algo que o mundo não conhece, uma vez que não ensina a
perdoar, mas sim a relação do mérito, do revide e do julgamento.

2º) Perdoar a si mesmo:Muitas pessoas, mesmo reconhecendo seus erros e sabendo que DEUS perdoa, por não conseguirem se perdoar, carregam fardos pesadíssimos, ao cobrarem de si mesmas uma perfeição absurda. Se DEUS já nos perdoou, precisamos aceitar isso como um presente e não ficar nos culpando pelos erros passados.

Ora, não levou DEUS em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos em toda parte se arrependam. (Atos 17:30)
Quando conhecemos JESUS e nos arrependemos de nossos pecados, passamos a não mais viver
neles; a ignorância espiritual, que nos levava a pecar, é, então, substituída pelo conhecimento
espiritual e é por isso que não podemos ficar nos remoendo, torturando-nos com erros do passado.

Pois perdoarei as suas iniqüidades, e dos seus pecados jamais me lembrarei. (Jeremias 31:34)
Se CRISTO já nos perdoou e pagou o salário de morte pelo nosso pecado, NÃO TEMOS O DIREITO de não nos perdoarmos, afinal quem somos nós? Se JESUS, que teria motivos coerentes e suficientes para não nos perdoar, escolheu fazê-lo, isentando-nos da culpa, então nossa obrigação como cristãos, passa a ser a de cooperar com DEUS e, assim, nos perdoarmos também. Quando não aceitamos o perdão dado por DEUS, desprezamos o sacrifício de JESUS.
Não podemos confundir o mal-estar causado pelo pecado (opróbrio / vergonha), com falta de perdão, pois este alcança-nos no exato momento em que, arrependidos, confessamos. Sendo assim, devemos confessar nossos pecados o mais rápido possível e nos acertarmos com DEUS o quanto antes, para que a barreira não se torne cada vez maior e, por fim, esfrie o nosso coração.

Lembre-se que DEUS não nos olha como coitados; antes, Ele enxerga um exército de vencedores. Não somos coitados, mas sim, representantes de DEUS nesta terra!
Veremos os outros dois pontos a seguir, pois não estão apenas dois lados envolvidos (você e DEUS), mas agora passam a ser três lados: você, DEUS e mais uma terceira pessoa.

3º) Liberar perdão ao próximo:
e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixe cair em tentação; mas livra-nos do mal (pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém). Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; Se, porém, não perdoardes aos homens (as suas ofensas), tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas. (Mateus 6:12-15)

Você se lembra da aula sobre as promessas de DEUS, as leis de causa e efeito? Os versículos
sublinhados do texto acima mostram bem uma condição "se e somente se".
Trata-se de um princípio espiritual em que se eu desejo que DEUS perdoe-me, preciso perdoar o meu próximo e, se retenho perdão a ele, o perdão será retido sobre minha vida.

As experiências que vivemos.Ao longo de nossa vida, acumulamos experiências boas ou ruins. As boas devem ser guardadas,
desfrutadas e relembradas, a fim de gerarem motivação. As ruins, por sua vez, devem ser entregues urgentemente a DEUS, acompanhadas de um pedido para que Ele ensine o que, de bom, poderá ser aprendido com elas; não podemos, jamais, guardá-las no coração. Contudo, há pessoas que vão acumulando mágoas, guardando cada frustração vivida e cada ferida causada em sua alma.

Nosso corpo é o tabernáculo: casa onde DEUS habita através de seu ESPÍRITO. Dessa forma,
podemos comparar nosso corpo a uma casa, composta por vários cômodos, em que os olhos podem ser a entrada dela, por exemplo, e o coração, um lugar secreto da casa, aquele quarto da bagunça que só o dono tem a chave.

Concluímos, então, que o coração não é uma área comum da nossa casa, onde todos têm livre
acesso; é, porém, um cômodo secreto e profundo que temos. Apenas DEUS sonda e conhece o meu e o seu coração e, se o ESPÍRITO SANTO não nos alertar, nosso coração tende a nos enganar.

Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá? (Jeremias 17:9)
Portanto, imagine o corpo como uma casa, onde a pessoa usa o coração como um dos cômodos para guardar as feridas e mágoas. Ela coloca uma, depois mais uma e assim até abarrotar o lugar.
Tornam-se tantas as mágoas que, aparentemente, essa pessoa nem se lembra mais daquelas
primeiras feridas que foram ali colocadas. O fato é que elas continuam lá, escondidas, no mais
profundo do coração, causando o mal, a amargura, o rancor, a raiva, a tristeza, etc. Nesse estágio, o coração já está contaminado.

Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. (Provérbios 4:23)
Alguém que não guardou o coração contra a entrada do mal, acaba vivendo sua vida de forma
rancorosa, ferida e frágil: a qualquer momento essa pessoa pode explodir. O principal de tudo é
guardar o coração. Para falar de coisas agradáveis, o coração tem de estar limpo.

Porque a boca fala do que está cheio o coração. (Mateus 12:34)
O coração revela qual é o nosso nível de intimidade com DEUS e em qual situação espiritual e
emocional estamos vivendo; somos conhecidos por aquilo que sai do nosso coração.

Bem aventurados os limpos de coração, porque verão a DEUS. (Mateus 5:8)
Quem subirá ao monte do SENHOR? Quem há de permanecer no seu Santo Lugar? O que é limpo demãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente. (Salmo 24: 3 e 4)
Mantenha o coração limpo.Para nos relacionarmos com DEUS, ou até mais do que isso, para O vermos, temos de guardar e zelar por nosso coração; é necessário limpá-lo dia após dia, eliminando de imediato qualquer mágoa causada, impedindo-a de criar uma raiz e aumentar cada vez mais. O que é mais fácil: arrancar uma muda de árvore ou uma árvore que já possui raiz? Para arrancar uma muda, basta puxá-la e ela sairá inteira na mão, mas uma árvore enraizada exige esforço para ser arrancada, talvez até de toda uma equipe. Há árvores que possuem raízes tão grandes e fortes que destroem casas inteiras, assim como existem mágoas e feridas tão antigas, que cresceram no decorrer do tempo, e destroem vidas inteiras.

Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo. (Efésios 4:26 e 27)

Irar-se não é pecar, afinal nós somos humanos e temos sangue correndo nas veias; o erro está em deixar que a ira permaneça no coração. DEUS instrui-nos, através desse texto, a não deixarmos que nenhum mal se acumule na nossa vida, considerando-se que, se a ira não for expulsa, daremos lugar ao diabo e a conseqüência virá na forma de pecado: uma briga, um ataque de ciúme, ódio, violência, morte, vingança, entre tantos outros males.

Esse texto instrui-nos a refletir sobre nosso dia, sem deixarmos pendências para trás, pois antes que isso aconteça, precisamos pedir e liberar perdão. É muito mais fácil perdoar desde o início do que fazer isso a partir da nossa centésima dor. Podemos comparar essa atitude com a seguinte situação: é mais fácil lavarmos um prato e um copo, mantendo a casa organizada, do que lavarmos uma pilha de louça, acumulada por uma semana.

JESUS pode limpar a nossa louça suja e deixar a nossa casa organizada agora mesmo e, se já
estivermos limpos, temos de vigiar para mantermos tudo no lugar; isso é não dar lugar ao diabo.
Nunca podemos permitir que sentimentos ruins sejam mantidos no coração ou acumulem-se,
criando raízes, por isso, reflita sobre seu dia e não deixe nenhuma pendência. Para permanecermos na presença de DEUS temos de estar com o coração purificado, pois aquele que está com o coração limpo é um bem aventurado, ou seja, muito feliz, mais do que feliz!

A escolha certa: PERDOAR!Perdão é abrir mão de sentir-se magoado; é abrir mão de sua justiça própria, chamando a
misericórdia de DEUS, em qualquer situação. Certa vez, em um sermão, a Ap. Neuza Itioka dizia que aquilo que decretarmos sobre a vida de alguém será o mesmo que nos visitará, ou seja, se
decretarmos o perdão, DEUS nos visitará com perdão; se o retivermos, o perdão de DEUS também nos será retido.

Há uma diferença enorme em dizer: “se eu CONSIGO perdoar” ou “se eu QUERO perdoar”. DEUS não quer saber se conseguimos, pois a resposta Ele já conhece; na verdade, Ele quer saber se nós queremos e estamos interessados em perdoar, porque é somente na força dEle que isso é
verdadeiramente possível. Ao abrirmos nosso coração para a transformação, DEUS imediatamente nos ajuda, pois dEle vem o perdão e a misericórdia. Já vimos em Daniel 9:9 que a misericórdia e o perdão pertencem a DEUS.

Por isso o reino dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos; E passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos; Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a sua mulher os filhos e tudo quanto possuía, e que a dívida fosse paga. Então o servo, prostrando-se reverente, rogou: sê paciente comigo e tudo te pagarei. E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida. Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves. Então o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: sê paciente comigo e te pagarei. Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida. Vendo os seus companheiros o que se havia passado, entristeceram-se muito, e foram relatar ao seu senhor tudo o que acontecera. Então o seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como eu também me compadeci de ti? E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida. Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão. (Mateus 18: 23-35)

Toda parábola bíblica é uma verdade espiritual utilizada por JESUS para ilustrar os acontecimentos do dia-a-dia. A parábola anterior, por exemplo, retrata o que ocorre àquele que não libera perdão ao próximo:

Vemos que o rei mandou chamar seu servo, o qual tinha uma dívida impagável, de dez mil talentos, o equivalente a sessenta milhões de denários, sendo um denário o salário de um dia de trabalho. Em outras palavras, a dívida daquele homem era o equivalente a quase 165 mil anos! Em virtude do chamado do rei para o acerto de contas, tal servo humilhou-se e suplicou ao rei para que lhe desse tempo e tivesse paciência, pois ele pagaria a dívida. O próprio rei sabia que essa súplica era ridícula, pois o valor era impagável, mas ele resolveu perdoar a dívida total porque teve compaixão daquele homem.

DEUS não nos perdoa por alguma coisa que tenhamos realizado com sucesso, o Seu perdão vem do seu amor e misericórdia.

Na parábola, o rei escolheu perdoar a dívida. As dívidas não desaparecem no ar, como em um passe de mágica; quando o rei tomou essa decisão, ele sofreu uma perda e arcou com esse custo.

A obra da cruz revela o próprio DEUS assumindo nossa dívida impagável e arcando com o custo.
Todos nós somos devedores diante de DEUS e nossa dívida não desapareceu no ar, mas, pelo
contrário, alguém teve de assumi-la. Quem fez isso foi o próprio DEUS, através de seu filho JESUS CRISTO, na cruz.

Retornando à parábola, vemos que o servo perdoado seguiu o seu caminho e encontrou um conservo que lhe devia cem denários, ou seja, o equivalente a 100 dias de trabalho. Ele, então, resolveu cobrá-lo e, da mesma maneira como ele havia agido anteriormente, seu conservo humilhou-se, pedindo-lhe paciência e tempo para pagar tal dívida. Embora essa dívida, ao contrário da outra, fosse pagável, ele resolveu não perdoar, lançando o conservo na prisão. Aquele que fora perdoado pelo rei, não compreendeu o que tinha acontecido, pois mais tarde ele não foi capaz de perdoar uma dívida muito menor que a sua.

A verdade espiritual nesse texto diz-nos que a dívida do nosso irmão é bem menor do que a nossa diante de DEUS, portanto, se DEUS perdoa-nos, temos a obrigação de perdoar nosso próximo também.

JESUS ilustra nessa parábola o que ocorre àquele que não libera perdão ao próximo: é dado o direito legal aos verdugos, ou seja, demônios atormentadores e torturadores que mantém a pessoa numa prisão espiritual de tormento e opressão, de agirem em sua vida. Somente é possível sair dessa prisão através da liberação de perdão. Aquele que não libera perdão age como se desejasse ver a pessoa colher e pagar por aquilo que cometeu, esquecendo-se do que DEUS fez por ambos.

A nossa realidade se não fosse o perdão.Nós jamais conseguiríamos pagar a nossa dívida para com DEUS, mas mesmo assim Ele nos
perdoou. Se compreendermos a verdade dessa parábola, nunca mais assumiremos o papel de juiz, pois o único juiz das nossas causas sempre será DEUS. Dessa forma, demonstraremos ao próximo a compaixão que DEUS mostrou para conosco.

Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós. (Colossenses 3:13)
Ter compaixão é colocar-se no lugar da pessoa, é sentir sua dor, angústia e dificuldades. Quando
JESUS morreu na cruz, Ele tomou o nosso lugar, pois éramos nós quem merecíamos a morte; não Ele.
O ato de perdoar é o mesmo que liberar o devedor de sua dívida, baseado naquilo que JESUS fez
conosco, apagando os erros da memória, não dando lugar para as mágoas e arquivos confidenciais.
Apenas DEUS tem a capacidade de julgar com perfeição os atos de alguém, por isso, quando
perdoamos, colocamos essa pessoa nas mãos de DEUS, e não procuramos ser o juiz dela, deixando todo o julgamento a cargo dEle. Perdoar não é dar razão à pessoa que nos feriu ou machucou, na verdade, trata-se de um ato que libera essa pessoa de toda sua dívida e erro. Lembre-se: foi exatamente isso que JESUS fez por cada um de nós.

A relação entre o amor e o perdão.Por isso te digo: perdoados lhes são os seus muitos pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa pouco ama. (Lucas 7:47)
Há uma relação entre perdão e amor: quanto mais se ama, mais se perdoa; quanto menos se ama, menos se perdoa. O que será que agrada ao SENHOR? Onde há pouco amor, há pouco perdão, e onde há muito amor, há muito perdão.

O ódio excita contendas, mas o amor cobre todos os pecados. (Provérbios 10:12)
De nada adianta dizer que perdoou e que está tudo bem, quando, na verdade, não pode nem ouvir falar da outra pessoa, quer distância e ainda diz que DEUS vai “pesar a mão” sobre ela; isso não representa o perdão, uma vez que a motivação do perdão deve ser o amor e a misericórdia. O perdão começa no coração, por isso, se ele estiver com amargura, devemos aceitar que isso é um problema real e confessar a DEUS, em seguida, temos de querer a cura, pedir perdão a DEUS, e liberar perdão a outra pessoa envolvida.

Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. (Efésios 4:32)
Ao liberarmos o perdão sobre nosso próximo, DEUS visita com o perdão primeiramente a nossa vida e depois a vida da outra pessoa. Da mesma maneira acontece quando clamamos por juízo sobre alguém: DEUS visita primeiro a nossa vida com juízo e, depois, a vida da outra pessoa. Se a outra pessoa arrepender-se do que fez, o juízo cairá somente sobre aquele que clamou por ele.

Antes de tudo perdoe!O perdão não significa necessariamente manter uma relação íntima entre pessoas. Isso seria ótimo, mas o fundamental em liberar perdão é limpar o coração e arrancar toda a ferida e amargura que possam estar escondidas na nossa vida.

Mas quantas vezes perdoar? DEUS quer que perdoemos as pessoas quantas vezes forem necessárias.

Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete. (Mateus 18:21 e 22)
Na parábola do filho pródigo, descrita no livro de Lucas, no capítulo 15, visto na aula sobre a graça, observamos alguns fatores para que o perdão ocorra: arrependimento e humildade fizeram com que o filho se voltasse ao pai, não sendo orgulhoso ou pensando que o pai poderia rejeitá-lo, vingar-se, não perdoá-lo ou maltratá-lo. A fé fez o filho crer que seria perdoado e recebido novamente. A valorização fez com que o filho considerasse sua auto-estima, enxergando o que ele representava para o pai.

Levando-se em conta que amor e perdão caminham juntos, vemos que o pai não pensou duas vezes em perdoar seu filho. Da mesma maneira, DEUS não fica consultando arquivos passados para ver se ainda pode ou não nos perdoar, portanto, nós também não temos de ficar contando o número de vezes que perdoamos. Podemos até considerar a possibilidade de voltar a ter uma relação de intimidade, porém, perdoar é nossa obrigação e a restauração do relacionamento, nos moldes anteriores, poderá ser uma conseqüência do perdão.

Ele é quem perdoa todas as tuas iniqüidades; quem sara todas as tuas enfermidades. (Salmo 103:3)
Existe uma verdade espiritual que diz que o perdão e a cura estão extremamente ligados, na verdade, caminham juntos.
Reter o perdão é o mesmo que abrir a porta para a entrada de diversas enfermidades, as quais
iniciam-se na alma e refletem-se, muitas vezes, no próprio corpo. Quando aceitamos, recebemos ou liberamos o perdão, DEUS tem a liberdade de agir em nós, trazendo cura à nossa alma, evitando que qualquer enfermidade permaneça nela. Pessoas que retêm perdão e alimentam mágoas e feridas durante a vida inteira, têm uma forte tendência a desenvolver alguma espécie de câncer.

A quem perdoais alguma coisa, também eu perdôo; porque de fato o que tenho perdoado, se alguma coisa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de CRISTO, para que satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios. (2 Coríntios 2:10 e 11)
Segundo o apóstolo Paulo, todo perdão verdadeiro é realizado na presença de CRISTO, ou seja, é
somente através de DEUS que conseguimos perdoar e sermos perdoados. Ao recebermos ou
liberarmos perdão, a vantagem passa a estar do nosso lado, a desvantagem, do lado do nosso inimigo e satanás não consegue, assim, prevalecer sobre nós. A intenção dele é manter-nos espiritualmente presos, através da falta de perdão. Contudo, se conhecermos esse desígnio, poderemos desfazer esse tipo de armadilha e sairmos livres de tudo o que tenta aprisionar-nos.

4º) Pedir perdão ao próximoPortanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta. Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão. Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último centavo. (Mateus 5:23-26)

Se você sabe que existe algo que seu irmão tenha contra você, alguma coisa que tenha feito que o
feriu ou magoou, você deve ir até ele e pedir perdão, pois JESUS nos ensina isso e não pode haver diferença entre irmãos. As diferenças existentes entre seu próximo e você podem ser usadas como uma brecha no mundo espiritual, retendo as bênçãos e causando danos contra ambos.
JESUS não disse, porém, que devemos ter um relacionamento íntimo com todos, mas é necessário que amemos a todos, até mesmo aqueles que nos perseguem. Amar não é um sentimento, mas é ter atitude; atitude essa que nos leva a pedir perdão. Se houver aceitação, pode ser criado ou restaurado um relacionamento, se não houver, sua parte, pelo menos, foi feita e isso impedirá os verdugos de agirem contra sua vida.

Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus. (Mateus 5:44)
Pedir e liberar perdão é desejar, com sinceridade, o bem ao próximo; é abençoar e não amaldiçoar; é restituir o prejuízo espiritual ou material causado à outra pessoa.

E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem. (Gênesis 12:3)
JESUS pagou todo o mal sofrido com o bem.

Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem. (Romanos 12:21)
Todo sofrimento físico, mental e espiritual; toda rejeição e dor que JESUS sofreu, Ele retribuiu com a salvação; a morte por Ele recebida, foi retribuída com vida. JESUS ensina-nos que devemos tomar a nossa cruz do mesmo modo que Ele fez (Lucas 9:23), pois, agindo assim, teremos o poder de vencer o mal com o bem.

Caminhos ao perdão X Barreiras ao perdão
Arrependimento X Orgulho
Humildade X Soberba
Fé X Incredulidade

Valorização da auto-estima X Baixa auto-estima


O processo do perdão.O perdão começa no coração e dá-se através das seguintes etapas:
· aceitar a existência de um problema real;
· arrepender-se e confessar esse problema a DEUS;
· querer a cura e pedir perdão a DEUS por esse problema;
· receber o perdão de DEUS;
· liberar o perdão ao próximo e/ou pedir perdão ao próximo.
Devemos orar para que DEUS revele quem são as pessoas para as quais precisamos liberar e pedir perdão. DEUS é quem vai mostrá-las, indicando o momento certo e revelando as causas do problema. Ele conta com a nossa obediência.

Que não apenas aprendamos a respeito do perdão, mas que o vivamos, fazendo dele algo diário em nossas vidas. Ao vivermos o perdão, estamos purificando o nosso coração e depositando nossa confiança em DEUS, único capaz de julgar perfeita e imparcialmente. Devemos lembrar que, ao fazermos isso, abrimos mão de sermos juizes e aceitamos que Ele o seja, sendo certo que seu julgamento sempre será precedido de misericórdia, graça e amor.

Questões relacionadas ao estudo.1) Quais são os quatro pontos para viver o perdão de DEUS?
2) Qual é a relação entre perdão e arrependimento?
3) Qual é a relação entre perdão e amor?
4) Cite os caminhos e as barreiras ao perdão.
5) Quais são as etapas do processo de perdão em nossas vidas?
Aula prática.
Nessa semana, aceite o perdão de DEUS sentindo-se verdadeiramente perdoado, busque isso em
oração. Caso você tenha dificuldade em sentir-se perdoado por DEUS, procure ajuda dos pastores da nossa igreja. Após isso, procure pessoas com quem você precisa “acertar contas” e peça, libere e receba o perdão. Lembre-se, ore antes de tomar qualquer ação. O perdão é algo divino e é DEUS quem vai te capacitar a isso

1 comentários:

Washington Luiz disse...

Somos orientados na Palavra a liberarmos perdão..Isso é fato, individualmente perdoamos aqueles que nos ofederam.Outra coisa é assumirmos a autoridade de DEUS para perdoarmos os pecados coletivos como o que o Papa assume ao ampliar o que já era incoerente, extendendo o direito dos Padres igualmnete liberarem perdão aos que praticarem aborto." Em Daniel diz " Ao Senhor pertence a misericórdia e o perdão "

22 de novembro de 2016 10:00

Postar um comentário